* * *
Terra amada! Sonha o meu coração
Com feixes de sol nas águas do Lont.
Gostaria de me perder
Na tua vegetação de mil sons.
Ao longo da linha divisória, na passagem,
Reseda e flores silvestres,
E os salgueiros, como freiras dóceis,
Suas rezas, em rosários cantam.
O pântano fuma como uma nuvem,
Fumaça em celestial balanço.
Como um segredo silencioso para alguém,
No meu coração guardei pensamentos.
Tudo encontro, tudo aceito,
Contente e feliz por libertar a alma.
A esta terra vim,
Para a deixar o mais depressa possível.
1914